Sono da Verdade
O trabalho efectuado pelo hipnotera-peuta Alberto Lopes na SIC, abriu a mente dos portugueses para o mara-vilhoso potencial da hipnose e regres-são clínica como técnica terapêutica.
A LINHA TÊNUE QUE SEPARA A VIDA DA MORTE. CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE

" A ciência sem a religião é paralítica, e a religião sem a ciência é cega ".
ATENÇÃO : MAIS ABAIXO, APÓS OS O
RELATOS DESTA REPORTAGEM E DOS COMENTÁRIOS CRÍTICOS, VOCÊ PODERÁ ASSISTIR A
UM FILME QUE REGISTA OS DEPOIMENTOS DAS PESSOAS ENVOLVIDAS E OS LOCAIS DAS
EXPERIÊNCIAS.
É um dos maiores enigmas da Ciência. Um ponto de interrogação que pesa sobre
a cabeça de todos aqueles que não têm uma Religião ou que não acreditam em
Deus. Afinal, existe ou não, vida após a morte? A pesquisa feita em 10
hospitais holandeses analisou 1500 pessoas à porta da morte. Pelo menos 63
regressaram para contar o que viram. É a primeira vez que a ciência assinala
este tipo de experiência. O médico Sam Parnia, do Hospital Geral de
Southampton, no sul da Inglaterra, foi um dos chefes da pesquisa feita na
Holanda: “Entrei descrente, não acreditava em Deus, muito menos na
existência da alma. Agora, tenho minhas dúvidas. Acho que algo muito maior
do que nós existe e está à nossa espera depois da morte”, diz.
As salas de ressuscitação dos hospitais serviram de laboratório para os
investigadores. Noventa por cento das pessoas analisadas tiveram ataques
cardíacos. Os outros 10% eram vítimas de acidentes: “O cronometro
voltava ao 0 assim que o paciente era posto na maca. Assim, analisámos
pessoas que ficaram de 15 segundos a 43 minutos clinicamente mortas”,
conta o Médico.
Como é que eles sabiam que as pessoas tinham estado realmente sem vida ?
“Porque tudo parou. O coração, a respiração, os impulsos do cérebro. Nada
funcionava. Era gente que estava morta, mesmo que momentaneamente”,
afirma Sam Parnia.
E o que acontecia ? "Eles assistiam à nossa luta para os trazer de volta
à vida. Era como se a mente se desligasse do corpo e ficasse flutuando ao
lado da maca. Alguns chegavam a tentar avisar-nos que não adiantava mais
continuar dando choque, pois o corpo já estava morto", relata..

O cinema sempre usou e abusou deste tema: mortos
que voltam ou que jamais vão para o céu ou para o inferno. Mas será que é
possível continuar a viver sem um corpo? Será que existe consciência
independente do cérebro? "Para saber o que é normal, precisamos estudar
o anormal”, acredita o médico.
Quem garante que nos casos estudados existiu uma energia realmente fora do
corpo ? "Os fatos. De alguma forma a mente e a consciência continuaram
existindo separados do cérebro dos pacientes estudados. Eles garantem que
viam tudo de cima, quase do teto do hospital. E o mais interessante é que
eles viram coisas que aconteceram exactamente no momento em que os seus
cérebros estavam temporariamente mortos. Os ouvidos não funcionavam nem os
olhos poderiam estará ver”, afirma.
Mas a mente não pode ter criado essas imagens depois que os pacientes
voltaram de coma? “Também pensamos nisso. Foi aí que descobrimos algo
arrepiante. Alguns pacientes viram coisas noutras divisões do hospital. Um,
por exemplo, passeou pelos corredores enquanto nós lutávamos para evitar a
sua morte. Ele disse que foi até à sala ao lado e conversou com uma mulher.
Deu o nome e a idade dela. Fomos investigar e descobrimos que naquela hora a
tal mulher também estava clinicamente morta. Isso só nos faz acreditar que a
mente dele falou com a mente dela”, conta Sam Parnia.
O caso que mais surpreendeu os investigadores aconteceu fora do hospital.
Enquanto do lado de dentro a Equipa Médica trabalhava para ressuscitar um
corpo, o dono desse mesmo corpo jura que saiu para dar um passeio. Foi até a
um parque perto do hospital, viu um conhecido que depois confirmou que
estava lá naquela hora.
E o mais impressionante é que n a hora de voltar, o paciente diz que
presenciou um acidente na rua. Um homem foi atropelado. Os dois chegaram a
conversar. Até que de repente, o paciente sentiu uma forte atracção para
voltar para o hospital. O homem atropelado teria desaparecido num feixe de
luz.
“Confirmamos a história na polícia e o atropelamento aconteceu mesmo. Só
podemos acreditar numa coisa: as almas, ou seja lá o que for, encontraram-se
e depois tomaram rumos diferentes. A do nosso paciente voltou ao corpo. A do
homem atropelado foi”, diz o médico.
Foi para onde? "Os investigadores ainda não têm resposta. Isso vai depender de mais estudos. Por enquanto eles apenas cogitam. Essa energia pode ficar perdida para sempre, pode reencarnar noutro corpo, pode durar apenas algum tempo e depois acabar. Nem se sabe ainda se essa energia é alimentada pelo cérebro ou se é o cérebro que se alimenta dela. Talvez, admitem os cientistas, sejam mesmo almas criadas por Deus, e que voltam para junto dele quando o corpo já não funciona mais..."
Texto obtido do Sistema Globo.

CRÍTICAS COMUNS DE OPOSITORES SISTEMÁTICOS E
SEMPRE CONTRA AS EVIDÊNCIAS
Falta de Oxigénio ?
Em relação às possíveis causas que poderiam falsificar estas experiências, existem algumas respostas:
Pesquisadores que acompanharam durante um anos as EQM (Experiências de Quase-Morte) ou NDE (Near-Death Experiences) de sobreviventes de ataques cardíacos no Hospital Geral de Southampton, na Inglaterra, acreditam que encontraram evidências científicas que sugerem que a consciência pode continuar activa após o estado de coma. O estudo concluiu que alguns pacientes que sobreviveram à "morte clínica" tiveram realmente experiências paranormais, já que se recordavam de coisas que à partida seria impossível recordar.
Os pesquisadores disseram que conseguiram eliminar as duas explicações mais frequentes para as EQM : "falta de oxigenação cerebral" e "efeitos alucinógenos da combinação de drogas". Experiências de quase morte têm sido relatadas desde há séculos, mas no estudo de Parnia, descobriu-se que nenhum pacientes teve um baixo nível de oxigénio, o que alguns cépticos acreditam que possa contribuir para o fenómeno.
“Quando falta oxigénio ao cérebro, as pessoas tornam-se totalmente confusas, agitadas, e geralmente não têm quaisquer lembranças. Aqui há uma séria lesão cerebral com uma memória perfeita" , disse Parnia.
O Dr. Sam Parnia, pesquisador da Universidade de Southampton e o Dr. Peter Fenwick, consultor de Neuropsiquiatria da Universidade de Oxford, são Médicos respeitados mundialmente. A pesquisa foi tão promissora que esses Médicos constituíram uma Fundação para angariar verbas para futuros estudos e colecta de informações. Durante o estudo inicial, 63 pacientes de enfarte considerados clinicamente mortos, e que voltaram de coma, foram entrevistados após reviver. Esses dois cientistas britânicos tentam conseguir uma verba de US$ 256 mil para realizar um estudo em larga escala a fim de provar que pessoas clinicamente mortas podem realmente ter experiências fora do corpo.
A pesquisa apresentada a cientistas no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) faz ressurgir o debate sobre se há vida após a morte e se existe aquilo que chamamos de alma humana. De acordo com o que é aceite pela Medicina, estas recordações não seriam possíveis dada a ausência de actividade cerebral. No passado, outros estudos como este foram ridicularizados pela comunidade científica. Mesmo alguns especialistas que queriam acreditar acabaram por se render ao cepticismo, não por argumentos científicos que pudessem refutar tais experiências, mas por simples pressão social e religiosa do meio em que viveram.

Perda da Consciência ?
Os cépticos diziam que as recordações dos pacientes ocorreram nos momentos em que estavam a perder a consciência, ou voltando a ela. Mas Parnia disse que quando um cérebro é traumatizado por um ataque ou acidente de carro, geralmente o paciente não se lembra dos momentos imediatamente antes ou depois de perder a consciência. Pelo contrário, geralmente há um lapso de horas ou dias. "Fale com eles, e lhe dirão mais ou menos isto: Só me consigo lembrar do carro e a próxima coisa que sabia foi que estava no Hospital" , disse ele.
"Com um ataque cardíaco, o dano ao cérebro é tão intenso que paralisa o cérebro por completo. Portanto, seria de esperar uma profunda perda de memória antes e depois do incidente" , acrescentou ele.
Vejamos um pouco das actuações e qualificações do Dr. Sam Parnia
retirado do site http://www.datadiwan.de/SciMedNet/library/articlesN75+/N76Parnia_nde.htm.
Dr. Parnia is a graduate of Guys and St. Thomas ' medical schools in London . He is currently a registrar in internal and respiratory medicine as well as a clinical research fellow working towards a PhD in the molecular biology of asthma. He was a member of the Southampton University Trust Hospitals resuscitation committee between 1998 and 1999. He is also chairman of Horizon Research Foundation. While working on the medical and coronary care units of Southampton General Hospitals and together with Dr Peter Fenwick he set up the first ever study of near death experiences in the UK. The results of this study have received widespread coverage in the national and international press and have been published in the medical journal "Resuscitation".
Tradução: Dr. Parnia é formado pela
Escola de Medicina “Gyus and St. Thomas” em Londres. Ele é actualmente
Oficial de Registo em Medicina respiratória interna e também colaborador em
pesquisas clínicas, trabalhando no Doutoramento em Biologia molecular de
asma. Ele foi membro do Comité de reanimação dos Hospitais com convénio da
Universidade de Southampton, entre 1998 1999. É também Presidente da
“horizonte” Fundação de pesquisas. Enquanto trabalhava nas Unidades Médicas
de prevenção coronárias do Hospital Geral de Southampton, junto com o Dr.
Peter Fenwick, preparava o estudo pioneiro de Experiências próximas da morte
do Reino Unido. Os resultados deste estudo receberam extensa cobertura nas
Imprensas Nacionais e Internacionais e viu publicado o estudo no Jornal
médico “Resuscitation”.
Nem Fenwick nem os outros cientistas envolvidos neste tipo de pesquisa
acreditam na vida após da morte. Eles falam apenas de consciência após a
morte. Mesmo assim, as implicações são enormes. Se as experiências próximas
da morte e fora do corpo não vêm do cérebro, então, em que se baseia a
consciência?

"Existem duas maneiras de se ver o universo, o
modelo aceite actualmente diz que tudo é matéria", diz Fenwick. Por
outras palavras, tudo o que a ciência considera "real" possui uma forma
física que pode ser percebida pelos nossos sentidos. Mas este modelo, que os
filósofos chamam de "materialismo radical", não pode explicar a existência
da consciência, que não possui uma essência física. Então, como faremos para
a explicar? "Um pequeno facto inexplicado acontece e então surge a
consciência", diz Fenwick a respeito do actual paradigma. No entanto,
outra teoria propõe que a constituição básica do universo seja, não a
matéria mas a própria consciência.
É a abordagem transcendental, uma perspectiva compartilhada por muitas
religiões. "Esta segunda forma de ver o universo faz com que seja muito
mais fácil compreender estas experiências", diz Fenwick, que acredita
que um dia a Ciência vai adoptar a visão transcendental do universo. O
advento da mecânica quântica, segundo a qual a matéria pode ter ao mesmo
tempo uma forma física e uma forma ondulatória, é um passo nessa direcção,
afirma, assim como as recentes pesquisas em torno do poder da oração, que
sugerem que as pessoas são beneficiadas pelas orações alheias, mesmo que não
estejam cientes delas. Estes estudos foram interpretados por alguns
estudiosos como um indício de que a consciência se comporta como um campo de
força, semelhante aos campos magnéticos, que podem ser alterados pela
interacção com outros campos. Se isso for verdade, então é possível que a
consciência de uma pessoa tenha influência sobre a de outra. Agora, Fenwick
e Parnia esperam realizar outras pesquisas. Se eles conseguirem arrecadar o
dinheiro necessário, irão estudar cem vítimas reanimadas de ataques
cardíacos que tiveram experiências próximas da morte.
De acordo com as pesquisas, 30 delas podem ter tido experiências fora do
corpo. A dupla pretende ainda colocar cartas acima da cabeça dos pacientes,
que só poderão ser identificadas se vistas de cima - exactamente de onde as
pessoas alegam ver seu próprio corpo na UCI. Mas será que isso vai convencer
os cépticos? "Não, nada vai. Mas tudo bem", diz Fenwick, rindo.
"É assim que a ciência progride. Qualquer pesquisa que proponha grandes
mudanças na forma como as pessoas vêem o mundo é rejeitada. Mas vamos provar
que a consciência não está no cérebro".
Fontes
http://www.datadiwan.de
http://www.soton.ac.uk
http://skepdic.com/nde.html
http://www.damaris.org/dcscs/readingroom/2001/neardeathexperiences.htm
Casos similares :
http://www.stxinfo.hpg.ig.com.br/html/conscienciaaposamorte.html
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Em Dezembro de 2001, o Neurologista Holandês Pim Van
Lommel do Hospital Rijnstate, na cidade de Arnhem, liderou uma equipa que
publicou um artigo no respeitado Jornal de Medicina Britânico "The Lancet".
O estudo mostrou que 18% dos pacientes com morte clínica puderam depois ser
ressuscitados e que se recordavam de experiências próximas da morte mesmo
anos depois do acontecimento. Outro estudo, este conduzido nos Estados
Unidos pelo pai da pesquisa das experiências próximas da morte, Kenneth Ring,
usou pacientes invisuais que se lembravam de ter visto o seu corpo enquanto
se encontravam clinicamente mortos, embora ligeiramente desfocados. O livro
Mindsight foi inspirado neste estudo.
Para finalizar, e como complemento, vejam a reportagem feita pela BBC de
Londres sobre o caso :
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/1685311.stm
Programa "Terceira Revelação" na Televisão
"Aliar conteúdo doutrinário e qualidade técnica é a directriz
do programa de televisão Terceira Revelação".
O objectivo é informar sobre a Doutrina Espírita para o Público em geral.
Por isso, o programa tem um toque jornalístico bem acentuado. Assinado pelo
Sistema Espírita de Comunicação (SEC), ligado à FEB- Federação Espírita
Brasileira, o Programa é apresentado pela Jornalista Cláudia Brasil,
dirigido pelo Cineasta Ronaldo Duque, com produção de Daniel Amador.
Cada programa tem um tema central, analisado à luz da Doutrina Espírita em
um "talk-show". Temas como morte, reencarnação, esquecimento do passado,
perda de entes queridos e caridade, por exemplo, são explicados por
convidados seleccionados entre estudiosos da Doutrina Espírita, oradores e
dirigentes de instituições. O quadro "Saiba Mais", apresentado por Stela
Bertolino e Jorge Ferreira, complementa informações e dá pistas de leitura.
O terceiro bloco do programa traz reportagens da Jornalista Luciana Navarro
sobre temas relacionados ao movimento espírita. Foram apresentadas diversas
matérias sobre o 4º Congresso Espírita Mundial, que ocorreu em Paris no
período de 2 a 5 de Outubro/2004. Também foram noticiados o lançamento do
selo em homenagem a Allan Kardec e vários eventos espíritas. O programa
encerra com o quadro "Evangelho no Ar", em que Maria Euny Herrera faz
comentários sobre os ensinamentos de Jesus, baseados em textos de "O
Evangelho segundo o Espiritismo".

NOTA : Caso haja interesse em adquirir este Livro, que
comprova cientificamente a existência de vida espiritual após a morte, o
Leitor tem a opção de entrar no Site da Loja Virtual Candeia Net :
www.candeianet.com.br
. Na Página
principal, seleccione a opção "Título" e digite : Scole.
O Experimento Scole - Evidências Científicas sobre a Vida após a Morte,
de Grant Solomon e Jane Solomon, Madras Editora.
O livro regista cinco anos de investigação sobre a interacção humana com o
fenómeno paranormal. Membros do Grupo Experimental Scole (*) e
investigadores da respeitada S.P.R - Society for Psichical Research (
Sociedade de Pesquisa Psíquica ) observaram, mediram e avaliaram
cientificamente este fenómeno, com resultados extraordinários. Pessoas que
assistiram às sessões do Grupo Scole saíram convencidas de que inteligências
desencarnadas estavam a fazer contacto directo com os presentes. O
Experimento Scole certamente irá fascinar, intrigar e deixar perplexos todos
os leitores. Esta obra pode convencer que existe vida depois da morte.
(*) "Scole" é um pequeno Povoado, próximo a Diss, em Norfolk, no sudeste da
Inglaterra.




