Sono da Verdade

O trabalho efectuado pelo hipnotera-peuta Alberto Lopes na SIC, abriu a mente dos portugueses para o mara-vilhoso potencial da hipnose e regres-são clínica como técnica terapêutica.

Vidas Passadas

Veja qual terá sido a sua vida passada


Hipnose Clássica


HIPNOSE OU ESTADO ELEVADO DE CONSCIÊNCIA

A hipnose é um estado elevado de consciência, isto é, em hipnose encontramo-nos num processo de expansão de consciência. É essencial que se conheça bem a mente humana e, em particular, o que são os estados conscientes e inconscientes do ser humano. Quando falamos de mente consciente referimo-nos aquela parte do cérebro que se encontra activa e presente durante todo o dia. É ela raciocina que faz com que memorizemos e registemos factos e pensamentos.

A mente consciente é crítica e analítica. Faz uma espécie de "catálogo" de informações, rejeitando tudo aquilo que não interessa. A mente inconsciente, pelo contrário, contém toda a nossa sabedoria, desde recordações à inteligência; é a nossa fonte de criatividade e emoções. Regula a manutenção do corpo e os processos autónomos da respiração, circulação e regeneração dos tecidos. A mente inconsciente tem o poder de curar uma ferida ou apressar as batidas do coração. É a base de todas as emoções e dirige quase todos os nossos comportamentos.

Tudo aquilo que se vê, sonha ou imagina é armazenado como uma espécie de gravação multi-sensorial na nossa mente inconsciente. Através dela podem revelar-se pormenores relativos a acontecimentos ocorridos há muitos anos. A mente inconsciente trabalha por associação, olhando para algo e verifica as semelhanças com os eventos passado. As palavras "consciente" e "inconsciente" são a melhor forma de explicar a complexa estrutura do cérebro humano. Num único segundo, a nossa mente inconsciente recebe cerca de dois milhões de mensagens que lhe são enviadas pela consciência sensorial. Quando estamos numa festa, por exemplo, o nosso inconsciente está a "gravar" todos os registos enviados pela consciência sensorial.

A temperatura, os sons, as pessoas, todas as conversações que ocorrem a nossa volta etc. No entanto, se alguém do outro lado da sala disser o nosso nome, de repente, só ouvimos essa voz que chamou pelo nosso nome. A mente inconsciente seleccionou aquele pedaço de informação, comparou-o com registos armazenados e, de imediato, trouxe-o à atenção da mente consciente.

O inconsciente também pode apagar informações da consciência. A interacção entre as mentes “consciente” e “inconsciente” existe em cada momento, mas o inconsciente "peneira" todas as informações antes de as apresentar à mente consciente. Este princípio, de um modo geral, também pode ser aplicado à negação de experiências traumáticas. É essa rejeição, das situações traumáticas que nos acontece ao longo da vida, que origina as chamadas "fobias".

Quando a pessoa carrega uma experiência, emocionalmente traumática, muito negativa esta opera poderosamente no inconsciente, de tal forma que sempre que um evento semelhante acontece no futuro, os antigos sentimentos de desconforto, medo, paralisia, taquicardia e outros são imediatamente devolvidos à mente consciente. E, nessas alturas, procuram-se formas de protecção tentando esquecer o trauma, inclusive com pseudo ajuda de farmacologia, como se isso fosse possível. Através da Hipnose podemos comunicar, directamente, com a mente inconsciente que guarda todas as recordações, as convicções mais profundas sobre nós mesmos, e podemos usá-lo com a finalidade de reavaliar a nossa postura ou ir de encontro a novas convicções mais saudáveis.

Durante o transe hipnótico a faculdade crítica e analítica fica parcialmente inactiva ou é suspensa. Em vez de prestar-mos atenção às várias coisas que nos rodeiam entramos num estado muito diferente, da nossa consciência, que desperta e permite uma comunicação excelente com a mente inconsciente. Assim, quando um hipnoterapeuta diz à pessoa que ela é uma criança ela, na maioria das vezes, começa a falar e comporta-se como se vivesse novamente em algum momento na sua infância pessoal, pois a sugestão entrou na sua mente inconsciente, onde guarda todas essas experiências.

Com as faculdades criticas suspensas, o paciente, não têm qualquer vontade de contrariar a indução. Não pode argumentar, nem avaliar, o alcance terapêutico da sugestão, por isso limita-se a agir como se tudo, o que está a reviver, fosse novamente verdade, porque perde o acesso a qualquer evidência que prove o contrário.

O poder da sugestão é a chave de qualquer tipo de comunicação e, na hipnoterapia, ela é usada de uma forma muito subtil e concludente. Evoluiu como uma forma de aumentar esse efeito através de palavras e técnicas psicológicas. A mente humana foi comparada a um computador e a Hipnoterapia é um modo de “reprogramar” o computador biológico que é o nosso cérebro. Quando a faculdade critica é aquietada durante o transe, podem ser transmitidas novas ideias a uma pessoa, o que resulta em novos padrões de comportamento e uma nova atitude perante a vida.


O TRANSE HIPNÓTICO

O nível da consciência, e a percepção sensorial do nosso cérebro, perante as coisas que nos rodeiam é acompanhado de reacções e estímulos inconscientes. Dessa forma, cada vez que o ser humano pensa, a língua e os músculos da garganta fazem pequenos movimentos. Se não estiver a pensar activamente, neste momento, estará provavelmente a sonhar. Estudos científicos dizem-nos que um ser humano médio tem durante um período de 24 horas, aproximadamente, 200 sonhos diurnos (Signer, 1966). Consequentemente, a consciência é a soma de tudo o que cada um de nós pode descobrir.

Os estados de consciência mais usuais seriam os de vigília e sono, todavia, distinguem-se nos dois estados alterações que expressam um estado psico-cerebral variável, de acordo com as sensações mentais, emocionais e subconscientes de cada pessoa. Estas mudanças de estado estão directamente relacionadas com a actividade eléctrica do cérebro. Esta actividade mede-se pelo número de oscilações electroquímicas ou Hertz, por segundo, efectuadas no nosso cérebro.


TRANSE OU ESTADOS ALTERADOS DE CONSCIÊNCIA

A correspondência entre as ondas cerebrais e os diferentes estados alterados de consciência são:

Estado Beta: de 14 a 28 ciclos por segundo; níveis de consciência comuns aos estados de vigília, acção, concentração, alertam, trabalho e receptividade a estímulos externos. Em níveis muito altos, superiores a 28 ciclos por segundo, recebem o nome de ondas Gamma e expressam estados patológicos de máxima tensão, excitação, alto grau de stress e ansiedade.

Estado Alfa: de 7 a 14 ciclos por segundo; estados de relaxamento, abstracção, tranquilidade, sugestionabilidade, libertação dos sentimentos do corpo, assimilação do estudo e equilíbrio emocional. Facilidade para a construção de imagens mentais.

Estado Theta: de 3,5 a 7 ciclos por segundo; actividade criativa, genialidade, aparição de imagens hipnagógicas, rememorização de recordações passadas, afloração do subconsciente, recolha sensorial completa, melhoramento da capacidade memorística.

Estado Delta: de 0,3 a 3,5 ciclos por segundo; inconsciência e sono profundo “sonambulismo”.


ENTRAR EM TRANSE

Se perguntarmos às pessoas se alguma vez entraram em transe, a maioria responde "não". Mas a resposta está errada. Todos nós entramos em transe naturalmente todos os dias de forma biológica, seja através de sonhos, no local de trabalho ou mesmo enquanto conduzimos. Estes estados de transe são detectados pela atenção que se fixa num único foco.

Quando falamos de hipnose, este foco é altamente concentrado e valorizado através da sugestão. Por exemplo, a televisão promove um estado de transe (transe hipnoidal). Ao olhar para o televisor esquecemo-nos daquilo que nos rodeia "O tapete, as cortinas, a mobília...".

O nosso foco é a televisão. Se algo assustador acontecer no ecrã, ficamos tensos e sofremos os efeitos de um aumento da adrenalina. Muitas pessoas dizem que quando se deslocam para a cama não conseguem dormir de novo...Isso acontece precisamente porque saem de um estado de hipnose, e não de um sono profundo.

O transe é geralmente descrito como um estado alterado de consciência, mas existem transes naturais dos quais as pessoas entram e saem sem se aperceberem disso. É muito aceite o conceito segundo o qual  o transe hipnótico corresponde ao estado que medeia entre o estado de vigília e o sono. Esse breve momento será artificialmente induzido e prolongado pelo hipnólogo.


HIPNOSE REGRESSIVA

Quando se fala de Hipnose de Regressão partimos do pressuposto que todo o ser humano no presente... é o somatório de experiências vividas no passado...Esse registo que cada ser humano traz registado em si, repercute-se ou manifesta-se de forma benéfica, ou patologicamente na sua vida no seu presente.

A hipnose regressiva é feita numa sessão de terapia onde o hipnólogo é o guia, que conduz a viagem pelos reinos da consciência. É com a Hipnose, no entanto, que ela demonstra todo o seu potencial curativo e não só; na “Regressão” hipnótica reforçada pela sugestão, podemos fazer com que uma pessoa volte atrás ao passado, não unicamente à adolescência ou à infância. O sujeito devidamente hipnotizado, poderá regredir até à vida intra-uterina, ou ainda mais atrás, a outras vidas a níveis pré-históricos da própria organização mental.

Num transe hipnótico há flexibilidade completa na recuperação das recordações que constituem a nossa história pessoal. Podem recordar-se momentos traumatizantes e encará-los por uma nova perspectiva. Podem reviver-se momentos excelentes e reproduzi-los para o futuro (os atletas usam este método para alcançar um lugar cimeiro).

Quando se entra em transe experimenta-se uma mudança de consciência. Em alguns casos se for sugerido pelo terapeuta parte, ao regressar ao seu estado consciente, não acredita no que se passou. Isto deve-se ao facto de existirem preconceitos que não relacionam a hipnose com um estado elevado de consciência. Quando a consciência é alterada, ela experimenta mudanças automáticas. Embora muito raramente se pode passar por todas as fases ao mesmo tempo, aqui fica a referência ás características internas mais comuns a um estado de transe hipnótico:

Características Internas no Estado Transe Hipnótico Regressivo

1- FIXAÇÃO - fascínio por um objecto ou pensamento, uma ideia, uma imagem ou até mesmo pela sua própria respiração.

2- MUDANÇAS SENSORIAIS - a consciência sensorial altera-se. Os sons podem parecer diferentes. Os sentimentos podem ser mais fortes ou fracos. As cores podem parecer mais luminosas ou esbatidas.

3- DISTORÇÃO DO TEMPO - Perde-se o contacto com o tempo, em hipnose, não existe percepção do tempo. Uma hora de transe pode corresponder a cinco minutos na mente do suleito, ou vice-versa.

4- LEVEZA - Podem surgir ideias e imagens que aparecem e desaparecem sem qualquer tipo de esforço.

5- LÓGICA DO TRANSE - Situações que poderiam parecer incomuns ou ilógicas no estado consciente "fantasia, animais que falam ou figuras históricas" são aceites e exploradas pela imaginação .

6- VIAGEM NO TEMPO E NO ESPAÇO - A pessoa pode regredir ou progredir no tempo. Assim sendo, pode envelhecer, morrer e regressar á vida, viajando no tempo até ao passado não só à infância como à própria vida inter-uterina, ou ainda mais atrás a níveis pré-históricos da própria organização mental. Pode coexistir em dois lugares ou em diferentes épocas históricas, tal como acontece nos sonhos.

7- AMNÉSIA - É muito provável que a pessoa não se lembre de tudo o que aconteceu durante o transe. A sua reevocação será feita gradualmente, e muitas coisas podem surgir obscuras, desordenadas e sem muitos detalhes.


CONCLUSÃO

Sendo a mente consciente o "filtro" de todas as nossas memórias e experiências a Hipnoterapia pode ser considerada como forma de libertação. Por isso vem sendo utilizada como medicina complementar que pode curar a maioria dos males do corpo e da alma. E isto acontece porque, num estado de transe, a pessoa pode libertar-se de todos os bloqueios, acedendo a uma dimensão mais elevada, onde tudo tem lógica e onde nada é impossível.

Na Hipnose Regressiva por um processo de transformação decantamos a dor, que vem de dentro, ela emerge á tona, á superfície, ao momento presente. Ai, com novos recursos, já pode ser compreendida, descarregada e libertada da sua carga somática. É como uma “ferida psicológica”, depois de desinfectada pode, facilmente, cicatrizar pois despoletamos os maravilhosos mecanismos interiores de cura que, cada ser humano, possui intrinsecamente dentro de si. Já dizia Freud: “…nada é meramente mental e nada é meramente somático”… liberte a pressão mental que logo virá o alivio somático”…

Com as modernas técnicas de hipnoterapia abrem-se, realmente, chances inestimáveis para a compreensão e auto-controle da natureza humana e o seu êxito terapêutico. Actualmente, a hipnose, é vista como um dos poucos métodos eficazes de que dispõe, o ser humano, na sua luta incessante contra os males que afligem, cada vez mais, as sociedades modernas.

A prática da hipnose, como terapia, é sabiamente velha. Velha como a própria humanidade. Porque não usá-la, cada vez mais, em benefício do equilíbrio psicofísico ser humano?

Que a luz esteja convosco.
Um abraço de Luz

Atentamente:
Hipnoterapeuta,. Alberto Lopes


HIPNOSE CLÍNICA E OS ÚLTIMOS AVANÇOS NAS NEUROCIÊNCIAS

A vantagem que o uso do PET Scan está a trazer para a pesquisa da hipnose.


O tema hipnose foi sempre motivo de polémica e foi sempre deixado à margem do contexto científico. Dentro de um rigor científico a necessidade de uma comprovação e demonstração dos fenómenos, a falta de tecnologia que pudesse monitorar e explicar a forma como se processam os cerca de 20 estados alterados de consciência existentes e descritos, visto que dentre as poucas possibilidades de se observar e avaliar estes estados alterados para defini-los de forma objectiva com base em parâmetros electroencefalográficos (EEG), comportamentais e introspectivos.

As alterações ôhmicas da camada cortical, por intermédio do EEG, permitiram a descrição de três estados alterados de consciência objectivamente definidos. São eles: (a) o estado de vigília, que pode ser de consciência alerta ou relaxada; (b) o sono leve (REM), rápido ou dessincronizado, que não tem efeito recuperador repousante, mas é essencial à regulação da psique, onde os sonhos são recordados; (c) o sono profundo (N-REM), lento ou sincronizado, de efeito repousante e sem recordação dos sonhos.

Fenómenos estes bem definidos por teorias encontradas na maioria dos tratados de fisiologia. Mas as limitações do EEG restringem-se a um estudo das camadas superficiais do cérebro, uma vês que esta técnica só capta a actividade eléctrica em grupos de neurónios das camadas I e II do córtex que se difundem na camada dendrítica e, além disso, encontra ainda a resistência ôhmica das meninges, do crânio e da pele. O EEG do estado hipnótico não os distingue dos estados de vigília ou de vigília relaxada e a este estado não se relaciona comportamento ao sono REM, entretanto, certas características típicas da hipnose como a sugestionabilidade, alucinabilidade, regressão, amnésias e analgésicas espontâneas, por exemplo, permitem-nos classificá-lo como um estado alterado de consciência faltando, contudo, parâmetros bioelétricos específicos para o caracterizar. Os fenómenos deste estado evidenciam apenas uma modificação sub cortical relacionada à actividade límbica-hipotalâmica.

Este dilema tecnológico tem vindo a ser superado nos últimos 10 anos com o avanço das neurociências; os estudos que têm vindo a ser realizados com aparelhos tipo PET Scan (Positron Emition Tomography Scanner) possibilitam a partir de injecção de glicose activada, identificar as áreas cerebrais activas em diferentes situações experimentadas em pacientes, mas o importante é que estas avaliações acontecem de forma dinâmica e não estática como acontece com os tomógrafos convencionais.

E podem-se observar estruturas mais profundas do que a limitação imposta pelos eletroencefalógrafos que monitoram somente a cortical, podendo ser estudadas estruturas mais profundas do sistema nervoso neste caso nos interessando o Sistema Límbico Hipotalâmico e suas relações com o estado alterado de consciência do transe hipnótico ou de uma Terapia de Regressão.

Baseado nestes estudos de pesquisa de ponta há 2 anos estão a ser realizadas pesquisas com o Pet Scan direccionadas ao estudo do transe hipnótico como estado alterado de consciência em renomeadas e conceituadas instituições norte americanas como a Universidade de Standford e Harvard e os Hospital Geral de Massachusetts e Memorial Hospital de Neva York. Neurologistas, radiologistas, psiquiatras entre outros profissionais tentam desvendar os mistérios da hipnose clínica.

Hoje em dia já se entende melhor e, por isso, pode-se utilizar melhor a hipnose como modalidade terapêutica dentro de um contexto multidisciplinar onde actua como apoio às diversas especialidades potencializado as possibilidades latentes da mente humana em relação à cura e à prevenção de patologias. É crescente o número de médicos, odontólogos, psicólogos e outros profissionais da saúde que buscam a capacitação e habilitação na hipnose clínica onde são conseguidos resultados surpreendentes.

A viragem para o terceiro milénio originou m novo paradigma que busca uma forma de terapêutica mais holística e mais compatível com as necessidades do homem moderno. Uma integração da mente e o corpo está a ser resgatada tentando compensar a diferença na evolução do soma, que foi mais trabalhado e estudado nestes últimos séculos em comparação à mente, dentro da visão de divisão cartesiana e mecanicista, tendo evoluído pouco em comparação ao corpo.

A hipnose vem de encontro a esta proposta dinamizando a capacitação mental a partir de um princípio elementar e simples; a concentração e a focagem que determinam uma actuação mais intensa, mais rápida e eficiente deste mesmo corpo que é regido pela mente, somada a frequência que gera uma procura interpretada pelo cérebro como necessidade de criar recurso compensatório com o propósito de economia energética despendida nesta acção repetitiva, possibilitando a formação de novas redes sinápticas ou circuitos de automatização para a realização desta mesma acção com maior eficiência, rapidez e menor energia.

Na odontologia recursos como a hipnoanalgesia e a hipnoanestesia são simplórios quando comparados a possibilidades de melhor eficiência na osseointegração, da cicatrização, tratamento de forma definitiva do bruxismo, as dores orofaciais, remoção de hábitos, temores e inúmeras outras indicações, não menos importantes que há muito tempo já estão a ser aplicadas de forma empírica e que agora encontram a possibilidade de poderem ser explicadas e definidas dentro dos critérios científicos e consequentemente expandindo a sua utilização a um maior número de profissionais e especialidades sendo que estes conhecimentos aumentam a segurança e a eficiência da sua aplicação como forma terapêutica de apoio dentro de uma filosofia moderna de tratamento multidisciplinar.

Dr. Mohamad Bazzi