Sono da Verdade
O trabalho efectuado pelo hipnotera-peuta Alberto Lopes na SIC, abriu a mente dos portugueses para o mara-vilhoso potencial da hipnose e regres-são clínica como técnica terapêutica.
OS MISTÉRIOS DA REENCARNAÇÃO
Pitágoras relatou uma viagem de Apolónio de Tiana a uma longínqua região dos Himalaias (certamente o Tibete) onde este sábio, cuja vida é confundida, por muitos estudiosos com a de Jesus Cristo, auriu ensinamentos de sabedoria preciosa.
Pitágoras e Apolónio foram adeptos de um sistema antiquíssimo de instrução iniciática denominado de “Os Grandes Mistérios”.
Os Pequenos Mistérios eram vividos pela população nos cultos populares e os Grandes Mistérios englobavam os espíritos elevados de homens cultos que eram capazes de se elevarem acima do nível das massas tais como Pitágoras e Apolónio de Tiana. Segundo Celso (século 2): “Deixai aproximar-se aquele cujas mãos estão puras e cujas palavras são sábias”.
“Vós, ó Iniciados, vós cujos ouvidos estão purificados,
recebem isto nas vossas almas como um mistério que
jamais deve ser perdido! Não o reveleis a nenhum profano!
Guardai-o e conservai-o em vós mesmos com
Um tesouro incorruptível, não como o ouro e a
Prata, mas mais precioso do que qualquer outra
Coisa – porque é o conhecimento da Grande
Causa, da Natureza, e do que nasceu das duas”.
Filon, o Judeu.
“A maior parte da filosofia grega teve origem nos Mistérios do Egipto”. Pitágoras e Platão tiveram como mestres os Grandes Sacerdotes do vale do Nilo.
“Heródoto, o Pai da História Antiga, falou dos Mistérios com grande respeito: “Imponho-me um profundo silêncio acerca desses Mistérios já que a maior parte deles não são conhecidos”. Platão disse numa carta a Denys, o Jovem – “Devo escrever-vos em enigmas para que se a minha missiva se for interceptada, por terra ou mar, não possa, em nenhum grau do conhecimento, ser entendida por aquele que a ler”. Os Mistérios usavam a linguagem hermética.
No “Livro Tibetano dos Mortos”, o doutor Ewans-Wentz diz: “desde os tempos mais remotos existe um código internacional secreto de símbolos de uso comum dos iniciados que dá a chave da significação dessas doutrinas secretas; símbolos que ainda são ciosamente guardados pelas confrarias religiosas da Índia, do Tibete, da China, da Mongólia e do Japão”. (Ewans-Wentz – The Tibetan Book of theDead) – Oxford, 1927.
Pitágoras trouxe da Índia a doutrina da reencarnação e, apesar das distâncias, os iniciados da Ásia trocaram conhecimentos com os da bacia do mediterrâneo. Cícero e Virgílio opinaram sobre a reencarnação como sendo a expiação ou a glorificação de actos cometidos em vidas passadas. Deduz-se que esta ideia nasceu na Índia com a qual a Grécia e Roma mantinham contactos comerciais e culturais. A doutrina da reencarnação sugira subitamente em Cretona, Itália.
Iniciações
Durante as cerimónias aconteciam coisas notáveis. É o que nos contam os autores clássicos: Platão, em Fedra: “tornamo-nos espectadores de visões perfeitas, simples, imutáveis e abençoadas, que consistem uma luz pura”.
Procles (século V): “os deuses apresentam muitas formas, aparecem sob aspectos variados e por vezes oferecem à vista apenas aparências de uma luminosidade sem contorno”.
Sócrates: “Quem estabelecia os Mistérios eram homens de grande génio”.
Manifestaram-se também: Píndaro, Plutarco, Eurípedes, Aristóteles, Cícero, Epicteto, Mário Aurélio e muitos outros, É um fato histórico, portanto, o respeito dos homens que constituíram a Idade Clássica, da História da Humanidade, à grande ciência, o imenso saber e a alta filosofia das Escolas de Mistérios Egípcias.




